Luiz Felipe Costa participa do Congresso Português de Franchising e Empreendedorismo

11/10/2017

Da esquerda para direita estão: Adriana e Daniel Miglorancia, da Nutty Bavarian, Altino Cristofoletti Junior, presidente da ABF, Marinho Ponci, da 2LUCK, Luiz Felipe Costa, sócio-diretor do Grupo Alento e José Schwartz, da Schwartz Consultores.

Luiz Felipe Costa, sócio-diretor do Grupo Alento e vice-presidente da ABF Rio, participou nesta segunda-feira (9) do Congresso Português de Franchising e Empreendedorismo, na cidade de Porto, em Portugal.

O evento, organizado pela APF - Associação Portuguesa de Franchising, contou com palestras, workshops e uma zona de exposição, com marcas nacionais e internacionais que procuravam futuros franqueados. O evento também marcou os 30 anos da associação.

Durante o Congresso, foram discutidos inúmeros assuntos sobre o franchising e esses foram as principais observações feitas durante o evento:

  • Muitos brasileiros participam do evento, especialmente do nordeste do país. Todos de olho no mercado português, interessados na qualidade de vida e nas oportunidades de negócio do país. O mercado português está saindo de uma crise econômica e está em grande alta imobiliária, com previsão de um PIB de 3% para este ano.
  • O mercado português tem apresentado crescimento em função do turismo que atrai visitantes de outros países europeus. Apesar disso, não houve grandes investimentos de indústrias locais ou grandes empresas. O desemprego está na ordem de 9%. Apesar disso, as perspectivas são boas e os portugueses estão bastante otimistas.
  • No cenário de franchising europeu, os indicadores são positivos. A França segue consolidada como o maior mercado de franquias da Europa. Portugal ainda carece de muito desenvolvimento. Participam do congresso cerca de 20 marcas, a maioria de serviços.
  • Em eventos de franchising no mundo afora fala-se bastante sobre as questões trabalhistas. Aqui não é diferente. Esse assunto está sendo amplamente discutido pois a mudança de entendimento na legislação vai contra o modelo de negócios e coloca em risco todo o sistema de franchising no mundo. Já existem casos julgados na Austrália e Estados Unidos em que verificou-se a responsabilidade da franqueadora por atos ilícitos de franqueados.
  • Na contramão das questões trabalhistas, a participação cada vez maior de franqueados nas associações de franchising, inclusive das diretorias, gera uma rede mais engajada, mais responsável e mais comprometida com as questões gerais das redes.